A tecnologia de leitura de rostos está se popularizando cada vez mais e vai desde filtros do Instagram até a identificação de pessoas em aeroportos. Na palma da mão, um smartphone usa o reconhecimento facial para desbloquear o sistema. No Facebook, é possível localizar amigos de longa data através da detecção facial em fotos.

Na América do Sul, 92% dos países usam o reconhecimento facial, a maior porcentagem entre todos os continentes, de acordo com o levantamento da Surfshark. Hoje, essa tecnologia evoluiu e tornou-se também uma forma de oferecer mais segurança às pessoas.

As leitoras faciais são uma solução eficiente para condomínios, edifícios e espaços que possuem circulação de pessoas e buscam oferecer maior segurança no controle. Os dispositivos com a tecnologia podem também ser instalados nas áreas de entrada e saída de pedestres, de acesso de veículos e de admissão em áreas comuns. Além disso, o reconhecimento evita o roubo de identidade, em que pessoas usam documentos falsos para se passar por outras. Por esses motivos, muitos empreendimentos têm investido na instalação desses sistemas de identificação.

Durante a pandemia de Covid-19, dispositivos de reconhecimento facial se tornaram não só ferramentas para promover a segurança física, mas também a sanitária. Condomínios são locais de grande tráfego de pessoas e, portanto, espaços onde a tecnologia pode atuar para reduzir o contato. Por funcionarem sem a necessidade de toque, os dispositivos de reconhecimento facial permitem que os frequentadores mantenham o distanciamento e evitem o toque.

Como funciona?

A leitura facial utiliza a biometria para permitir o acesso de alguém, ou seja, informações que cada indivíduo carrega em si. Ao fazer cadastro em um dispositivo de reconhecimento facial, a inteligência artificial lê detalhadamente o rosto da pessoa, coleta dados como a distância entre nariz e olhos, o tamanho do nariz, espessura dos lábios e os codifica em uma sequência digital e numérica. Essa sequência funciona como um “gabarito”. Em outro momento, a câmera do equipamento vai reconhecer as informações daquele rosto e aprovar sua entrada automaticamente.

Eficiência

O sistema viabiliza uma triagem mais rápida, eficaz e rigorosa, já que identifica facilmente pessoas não autorizadas e alerta o responsável quando o equipamento captura rostos desconhecidos ou visitantes indesejados. O recurso também permite que moradores registrem convidados no banco de dados, autorizando o acesso ao condomínio por determinado período.

Conforto

Toda vez que o usuário aproxima o rosto da leitora, o reconhecimento é feito no mesmo instante. Com a tecnologia, os moradores não dependem de chaves ou tags para acessarem o condomínio. Também por ser um recurso contactless, simples atividades do dia a dia são facilitadas, como carregar as compras para dentro de casa. No acesso de veículos, não é necessário que o usuário saia do carro para ter sua entrada aprovada.

Proteção

Ainda hoje, a maioria dos edifícios utiliza travas físicas. A grande desvantagem desse sistema é que qualquer pessoa com uma chave pode entrar a qualquer momento. Com a trava física, não há como permitir que apenas certos usuários acessem o local ou mesmo como limitar o uso a determinadas horas. Com leitoras faciais, além de todas essas opções, são realizados registros sobre quem entrou e saiu de um espaço, permitindo que a segurança investigue incidentes, caso ocorram. Além disso, a face humana é muito mais difícil de fraudar e por isso, é mais eficiente contra fraudes.

Espaços que transmitem segurança aos seus residentes e que inovam em tecnologias de segurança são mais atraentes para o mercado imobiliário. Soluções como as leitoras faciais podem ser adquiridas e instaladas por empresas especializadas em segurança de condomínios, como a Consis.

Fonte: nsctotal